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Indústria 4.0 deve atingir 21,8% das empresas brasileiras em uma década

EBC

Pesquisa da CNI aponta estabilidade na produção industrial (Foto Arquivo - Agência Brasil)A indústria 4.0 é também conhecida como a quarta revolução industrial -Arquivo - Agência Brasil

A digitalização do processo produtivo industrial deve atingir 21,8% das empresas brasileiras em uma década, mostra pesquisa, divulgada hoje (12) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Atualmente, o percentual é de 1,6%.

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Desafio para pequenas e médias empresas, profissionalizar a gestão

EMPRESAS & NEGÓCIOS

O ambiente corporativo nos milhares de empresas que lidam de forma direta e indireta com o poder público passa por fortes mudanças.
Entre os motivos que conduzem o novo cenário está o esforço das autoridades policiais e judiciárias nas investigações de enfrentamento à corrupção, como as sucessivas fases da Operação Lava Jato. O empenho tem forte influência no âmbito empresarial em virtude do impulso que oferece para a implantação da Lei Anticorrupção brasileira. O cenário não atinge somente as grandes empresas investigadas, mas engloba integralmente a rede de fornecedores e prestadores de serviços das empresas de todos os portes e ramos de atividade.
 
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VIDA SAUDÁVEL | A receita da maior farmácia brasileira para a crise

EL PAÍS

RaiaDrogasil é símbolo de um setor que cresceu 13%. Envelhecimento da população e necessidade primária explicam boom

 Raia Drogasil é hoje a maior rede de farmácias do Brasil.

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EMPRESAS & NEGÓCIOS | Como aumentar a taxa de conversão no seu e-commerce

"Mesmo depois que os seus produtos já estão validados - ou seja, depois que você já testou a aceitação por parte dos clientes -, não é incomum que um ecommerce tenha problemas com a taxa."

06 pontos cruciais:

1 - Conheça bem o seu consumidor

2 - Aposte em navegabilidade

3 - Use a prova social

4 - Mostre sua credibilidade

5 - ... e recupere os carrinhos abandonados.

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Fonte: Impacta

Fonte: Empresas & Negócios. 10 a 12 jun / 2017.

Como as Mudanças Estão Mexendo com as Empresas

Olá Pessoal!

Tudo bem?

A seguir, algumas observações sobre a obra Os Novos Paradigmas, de Idalberto Chiavenato.

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Hoje em dia, a estabilidade das empresas se foi. Vivemos uma época de mudança. O caráter conservador das empresas se contrapõe aos novos tempos.

No cenário, ocorrem programas de mudanças nas empresas. Assim podemos enumerá-los:

- Mudanças contínuas: o Kaizen
- Mudanças planejadas: o desenvolvimento organizacional
- Mudanças radicais: a reengenharia organizacional

No panorama, destacam-se:

- Preparação das pessoas para as mudanças organizacionais
- Criatividade e inovação empresarial
- Fazendo a mudança acontecer nas empresas

Como dito, vivemos novos tempos:

- Limiar da mudança organizacional
- Globalização da economia e competitividade mundial
- Crescentes exigências do cliente
- Terceiro milênio
- Um mundo sem fronteiras

O segredo de um negócio ocorre quando ele beneficia a todos. - Chiavenato.


ADMINISTRADORES | Três dicas para manter a saúde das empresas em tempo de recessão

O termo “empresas estressadas” designa companhias em situações de dificuldades financeiras pelas mais diversas situações. Como evitar esse estresse?


Fonte: ADM

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EMPRESAS & NEGÓCIOS | Reflexões do empresário Jorge Paulo Lemann

Resultado de imagem para sonho grande lemannEMPRESAS & NEGÓCIOS



Durante o Encontro Anual da Fundação Estudar, que aconteceu em São Paulo no último dia 7, o empresário Jorge Paulo Lemann, um dos principais nomes do mundo dos negócios do Brasil e um dos fundadores da instituição, palestrou para uma plateia de 150 bolsistas e ex-bolsistas, os Líderes da Fundação Estudar. Confira cinco reflexões do empresário sobre carreira, negócios e suas metas de vida:

1) A minha convivência com o risco é maior do que a média, então eu acredito que as pessoas tomam pouco risco, deveriam tomar mais. Eu tenho essa tendência porque fui criado com muita liberdade, meu pai morreu cedo, minha irmã é mais velha e eu estava solto para me virar por conta própria. Isso me deu aptidão para tentar e arriscar mais coisas. Nunca fui um estudioso que analisasse demais as coisas e tenho notado que pessoas mais preparadas fazem milhões de análises e estudos e, fazendo isso, não se arriscam. É preciso lembrar que você não faz nada grande, se você não se arriscar.

2) Para mim, dinheiro é uma maneira de medir resultado, até certo ponto. Quem me conhece bem sabe que eu não sou gastador. O dinheiro é moeda para fazer mais negócios. É uma maneira prática de ver se você está ou não tendo sucesso. Eu tenho diversos projetos na área filantrópica que tenho muito prazer em fazer, mas sinto falta de não poder medir, como eu posso nos negócios, se está ou não tendo resultados. Dentro dos objetivos empresariais, é apenas uma forma de medição.

3) Se eu fosse começar um negócio hoje, seria no ramo da tecnologia. Sou fascinado por tecnologia, apesar de não me considerar preparado. Da mesma maneira que entrei no mercado financeiro porque vi oportunidade de inovar, hoje em dia vejo as novidades pelo Vale do Silício e ia tentar alguma coisa nessa área. No Brasil temos um atraso tecnológico e uma grande demanda. Acredito que eu buscaria um nicho para crescer, porque o Brasil tem muito espaço para crescer.

4) Se eu tivesse que ter uma meta, agora, seria que tudo isso que nós construímos juntos, Beto Sicupira, Marcel Telles e eu, tivesse longa durabilidade. E isso não é simples, porque é necessário um processo onde as melhores pessoas sejam escolhidas para trabalhar junto e que essas pessoas continuem escolhendo as melhores pessoas. No meio disso, temos as famílias que vão ter um papel nesse processo, conduzir nossos esforços filantrópicos.

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5) O sonho grande é uma inspiração para todo mundo. Quem quer montar alguma coisa tem que trabalhar com e para outras pessoas. É compartilhado, para pessoas participarem junto com você. E é importante. As pessoas precisam encontrar isso, alguma coisa que gostem, que os motive e que o mundo entenda.

Fonte e mais informações: (www.estudar.org.br)


http://www.jornalempresasenegocios.com.br/

EL País | Empresas ajustam a rota depois dos ilícitos

"Volkswagen, Siemens, Alstom e Petrobras são algumas das companhias globais que aprendem com os erros do passado"

 

Empresas ajustam a rota depois dos ilícitos

"O Brasil vive as dores do crescimento, no esforço de se tornar uma sociedade mais transparente. A maior independência do Ministério Público no Brasil permitiu o avanço de investigações que encontraram um sistema corporativo contaminado pela prática de corrupção. Por outro lado, uma legislação mais rígida desde 2013 tem aumentado o nível de exigência das companhias de capital aberto. Quanto maior o comprometimento, mais confiança dos investidores."

 

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EL País | Um cinto de segurança para as empresas

"Cada vez mais companhias contratam profissionais especializados em identificar os riscos que pairam sobre sua atividade"

 

Fundação Aquae.
Fundação Aquae.

"Entrar no carro e colocar o cinto de segurança antes de ligar o motor é um hábito tão automático no Brasil que ninguém imagina o que é dirigir sem essa proteção. Até 1994, porém, o uso não era obrigatório e o país ostentava números recordes de acidentes de trânsito no mundo. Desde então, novas políticas de prevenção para gerenciar os riscos de acidentes no trânsito têm sido implementadas. Maior fiscalização para motoristas que ingerem bebidas alcoólicas, redução de velocidade em vias urbanas e uso de capacete obrigatório para motociclistas. Desta forma, o país logrou reduzir as mortes dos motoristas.
Atenuar fatores que possam provocar acidentes de percurso vale tanto para o trânsito como para as empresas, que hoje já incluem a gestão de risco como uma expertise necessária para atingir os resultados esperados."
 
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Lições básicas para que as empresas não caiam em fraudes

EL País

"Estabelecer normas claras e investir em profissionais éticos são medidas decisivas para garantir boa conduta empresarial"
 
Lições básicas para que as empresas não caiam em fraudes 
  (REUTERS)
 
"Desde que a Lei Anticorrupção (12.846/13) foi regulamentada no ano passado, há uma corrida de empresas em busca de implementar processos administrativos que ajudem a evitar desvios de conduta empresarial. Casos de fraude, assédios, violações de direitos humanos ou danos ambientais também estão na mira de companhias, que apostam em um conjunto de medidas e ferramentas (chamadas de compliance) para fazer com que seus negócios cumpram as leis. O EL PAÍS conversou com analistas e empresas para saber quais estratégias têm ganhado destaque na preferência das companhias."

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EL PAÍS | Empresas em busca de blindagem contra a corrupção

"Um bom programa de compliance, setor em franco crescimento no Brasil, tem que envolver a cúpula das companhias: o exemplo tem que vir de cima"


13 JUL 2017


corrupção
 Executivos na City, em Londres. (AFP)


A crise institucional que o Brasil atravessa tem potencial para provocar uma revolução positiva no meio empresarial. As organizações reagiram às investigações sobre corrupção com um mergulho interno visando promover profundas mudanças na sua estrutura que possa blindá-las dos problemas. Faz parte das medidas instalar controles internos para evitar práticas fraudulentas e estimular denúncias anticorrupção. É o que as companhias chamam de compliance, uma área em franco crescimento no país. A palavra em inglês que se apoderou do vocabulário dos executivos locais quer dizer agir de acordo com a norma, mas também em conformidade com a ética e regras de transparência.

Alguns setores estão mais preparados do que outros para o desafio. A área financeira, por exemplo, já está mais madura na implantação dessas equipes, até por exigência de seus próprios negócios. O banco Itaú, com 90 mil funcionários e controlado por diversas instituições, como a Comissão de Valores Mobiliários e o Banco Central, sabe que precisa ter cuidado redobrado para não cometer deslizes. O setor de compliance da empresa já está estruturado há cerca de uma década e tem em seus quadros 180 pessoas. Lá, qualquer reunião tem uma ata ao final. Criação ou modificação de produto depende de aprovação de órgãos superiores. Há treinamento constante de funcionários, que assinam termos de conduta, declarando ter conhecimento de todas as regras a que estão submetidos. Lá, a principal regra, estampada em todas as paredes, é: “Ética é inegociável”.

Há uma razão mais palpável, ainda: o prejuízo para o caixa das empresas. Um estudo da americana FTI Consulting mostrou que 83% das multinacionais instaladas em países emergentes sofreram perdas causadas por subornos e fraudes. “Esses prejuízos levaram as organizações a reestruturar e fortalecer suas áreas de compliance, porque isso afeta diretamente seus recursos financeiros”, afirma Marcelo Coimbra, sócio do Fleury, Coimbra & Rhomberg (FCR Law). A reação se faz ver em cifras: de acordo com pesquisa da consultoria Deloitte, em 2013, 30% das empresas pesquisadas no Brasil afirmaram ter um programa de compliance. Esse percentual subiu para 65% no ano passado.

O efeito das investigações no Brasil se faz sentir até em companhias como a multinacional Kimberly Clark, que há uma década já tinha uma forte de equipe de controle interno, mas a incrementou justamente com as operações da Polícia Federal, há dois anos. A equipe de compliance dá treinamento para os 4.000 funcionários da empresa, incluindo o alto escalão, ensinando desde técnicas de conduta numa eventual negociação até alertando como alguém pode vender informações secretas de concorrentes. Desvios de condutas e ilegalidades de todo tipo são discorridos, para evitar deslizes. Depois, as pessoas passam por provas escritas.

Marina Coelho, professora de compliance no Insper, diz que, para funcionar, os programas tem de necessariamente envolver a diretoria das companhias. "A diretoria tem que estar engajada no programa, o exemplo precisa vir de cima. Também é necessário criar um bom canal de denúncia, onde as pessoas se sintam confiantes para falar sobre o que está acontecendo na companhia”, explica Coelho. Segundo a professora, o programa de compliance também só funciona se há algum tipo de sanção em caso de desvio de conduta dos funcionários ou diretores.

Coelho ressalta ainda que, além de prevenir más condutas, os mecanismos de controle interno agregam valor ao produto das empresas. “As pessoas já não querem mais comprar produtos de empresas que praticam crimes ambientais, usam trabalho escravo ou são corruptas. Os consumidores no exterior já estão bem atentos a isso e esse movimento tende a crescer no Brasil”.

Na Petrobras, a ação de Due Diligence de Integridade, que integra o Programa Petrobras de Prevenção da Corrupção, requer de empresas fornecedoras informações sobre relacionamento com agentes públicos, e seu histórico de integridade, que vão compor uma nota de Grau de Risco de Integridade (GRI), entre baixo, médio ou alto. Este é um dos critérios que são considerados para garantir a participação de potenciais fornecedores em licitações da Petrobras.

De acordo com o advogado Gustavo Lemos Fernandes, do escritório Emerenciano, Baggio e Associados, uma empresa tem de ter frentes para evitar fraudes e fortalecer sua cultura interna: os departamentos de gestão de risco, compliance e crise. “Destes, os dois primeiros precisam caminhar muito perto e em harmonia”, afirma Fernandes. Apesar do aumento do controle detectado nas empresas, o volume de companhias que detém uma estrutura legal e um envolvimento real do conselho administrativo é muito pequeno. “O Brasil ainda está muito atrasado e engolindo quadrado essa nova legislação”, afirma o advogado. Fernandes fala da Lei Anti-Corrupção, vigente desde 2014, utilizada para detectar quais eram as práticas ilegais dentro das empresas. Uma cartilha da Controladoria Jurídica da União (CJU) prevê, inclusive, que as companhias podem ter suas penalidades reduzidas se adotarem práticas de compliance.

Fonte: EL País.

Cresce no país o interesse por sistemas [compliance] que evitam fraude e riscos










O caminho parece sem volta. Tem sido cada vez maior o número de empresas que investem em programas de compliance. Originário do inglês "to comply with", o termo compliance entrou definitivamente para o dicionário corporativo brasileiro há pouco mais de três anos e significa estar em conformidade com regras e procedimentos legais. Um bom programa de compliance melhora os níveis de governança, reduz riscos e ajuda a evitar fraudes e desvios éticos. Sua base é um código de ética e conduta a ser seguido por todos na empresa.

"O compliance tem sido fundamental para gerar transparência e combater vários tipos de fraude, como corrupção, apropriação indevida e demonstrações financeiras manipuladas", afirma Renato Santos, coordenador do MBA de compliance da Trevisan Escola de Negócios.

A entrada em vigor da chamada Lei Anticorrupção impulsionou a procura por compliance no país. A lei responsabiliza as empresas por atos ilícitos praticados por funcionários e prevê multa de até 20% do faturamento bruto anual. Mas o texto acena também com uma redução da pena para a empresa infratora que colaborar com o poder público e comprovar ter mecanismos para inibir fraudes.

"Apesar de o tema compliance ter ganhado força no Brasil com a Lei Anticorrupção, ainda existe alguma resistência, porque esse tipo de programa exige investimentos, mas isso está mudando rapidamente", afirma Renan Marcondes Facchinatto, advogado, membro do Instituto Brasileiro de Direito e Ética Empresarial.

Pesquisa da consultoria Deloitte com 103 empresas comprova essa mudança. Em 2013, 30% afirmaram ter um programa estruturado de compliance. No ano passado, esse percentual saltou para 65%. Isso não significa que todas estejam no mais alto grau do compliance. Levantamento da consultoria Protiviti com 642 empresas mostra que 48% ainda estão expostas a riscos de desvios éticos e fraudes.

Segundo os especialistas, um projeto eficiente de compliance deve envolver a alta administração, criar um código de ética e conduta, prever comunicação e treinamento contínuos para que esse código se torne um mantra corporativo, e ainda desenvolver mecanismos e controles para detectar e evitar desvios, fraudes e atos ilícitos. É importante também que estabeleça canais de denúncia e meios para atestar a idoneidade de fornecedores e parceiros de negócios.

O interesse por compliance tem crescido especialmente nas empresas de grande porte. Veja o caso da Petrobras. A companhia criou uma diretoria de gestão, risco e conformidade e desenvolveu um programa corporativo de integridade. O PPPC (Programa Petrobras de Prevenção da Corrupção) é destinado a seus diversos públicos, de funcionários a clientes, de fornecedores a investidores, e reúne as principais ações da empresa para a promoção da ética e a prevenção e combate a fraudes e desvios de conduta. O programa gerou ações como a implementação de um canal externo de denúncia e a criação de processos para checar a integridade de fornecedores.

Em fevereiro de 2016, os funcionários do Sistema Petrobras passaram a ter acesso a um canal de ensino a distância focado em prevenção de desvios éticos. Com seis módulos, o curso atua para reforçar comportamentos e condutas. Em três meses, foram capacitados cerca de 50 mil funcionários na holding e 11 mil empregados de subsidiárias no Brasil e no exterior.

Na empresa de tecnologia Totvs, o treinamento dos 14 mil funcionários também é um dos pilares do programa de compliance. O código de conduta e os preceitos do Programa de Integridade Totvs foram reunidos em um curso online. Para os funcionários de áreas mais sensíveis, como as que se relacionam com o poder público, o treinamento é presencial. "É importante que as pessoas entendam que o compliance deve ser parte da cultura da empresa", afirma Silvio Menezes, diretor de risco, controle e compliance da Totvs. "Ética tem que ser algo natural para todos." 

Fonte: Folha On Line | Leia mais, aqui.

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