Este Blog foi atualizado de 2016 até 2018. Para continuar acompanhado novidades, cf. www.blogdoprofnicholasmerlone.wordpress.com
Mostrando postagens com marcador empresas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador empresas. Mostrar todas as postagens
Indústria 4.0 deve atingir 21,8% das empresas brasileiras em uma década
EBC
A indústria 4.0 é também conhecida como a quarta revolução industrial -
Desafio para pequenas e médias empresas, profissionalizar a gestão
EMPRESAS & NEGÓCIOS
O ambiente corporativo nos milhares de empresas que lidam de
forma direta e indireta com o poder público passa por fortes mudanças.
Entre os motivos que conduzem o novo cenário está o esforço das
autoridades policiais e judiciárias nas investigações de enfrentamento à
corrupção, como as sucessivas fases da Operação Lava Jato. O empenho
tem forte influência no âmbito empresarial em virtude do impulso que
oferece para a implantação da Lei Anticorrupção brasileira. O cenário
não atinge somente as grandes empresas investigadas, mas engloba
integralmente a rede de fornecedores e prestadores de serviços das
empresas de todos os portes e ramos de atividade.
Leia mais... Leia aqui.
Boa leitura!
VIDA SAUDÁVEL | A receita da maior farmácia brasileira para a crise
EL PAÍS
RaiaDrogasil é símbolo de um setor que cresceu 13%. Envelhecimento da população e necessidade primária explicam boom
Leia mais... Leia aqui.
Boa leitura!
EMPRESAS & NEGÓCIOS | Como aumentar a taxa de conversão no seu e-commerce
"Mesmo depois que os seus produtos já estão validados - ou seja, depois que você já testou a aceitação por parte dos clientes -, não é incomum que um ecommerce tenha problemas com a taxa."
06 pontos cruciais:
1 - Conheça bem o seu consumidor
2 - Aposte em navegabilidade
3 - Use a prova social
4 - Mostre sua credibilidade
5 - ... e recupere os carrinhos abandonados.
Fonte: Impacta
Fonte: Empresas & Negócios. 10 a 12 jun / 2017.
Como as Mudanças Estão Mexendo com as Empresas
Olá Pessoal!
Tudo bem?
A seguir, algumas observações sobre a obra Os Novos Paradigmas, de Idalberto Chiavenato.
Tudo bem?
A seguir, algumas observações sobre a obra Os Novos Paradigmas, de Idalberto Chiavenato.
Hoje em dia, a estabilidade das empresas se foi. Vivemos uma época de mudança. O caráter conservador das empresas se contrapõe aos novos tempos.
No cenário, ocorrem programas de mudanças nas empresas. Assim podemos enumerá-los:
- Mudanças contínuas: o Kaizen
- Mudanças planejadas: o desenvolvimento organizacional
- Mudanças radicais: a reengenharia organizacional
No panorama, destacam-se:
- Preparação das pessoas para as mudanças organizacionais
- Criatividade e inovação empresarial
- Fazendo a mudança acontecer nas empresas
Como dito, vivemos novos tempos:
- Limiar da mudança organizacional
- Globalização da economia e competitividade mundial
- Crescentes exigências do cliente
- Terceiro milênio
- Um mundo sem fronteiras
O segredo de um negócio ocorre quando ele beneficia a todos. - Chiavenato.
ADMINISTRADORES | Três dicas para manter a saúde das empresas em tempo de recessão
O termo “empresas estressadas” designa companhias em situações de dificuldades financeiras pelas mais diversas situações. Como evitar esse estresse?
Fonte: ADM
Leia mais... Leia aqui.
Boa leitura!
EMPRESAS & NEGÓCIOS | Reflexões do empresário Jorge Paulo Lemann
Durante o Encontro Anual da Fundação Estudar, que aconteceu em São Paulo no último dia 7, o empresário Jorge Paulo Lemann, um dos principais nomes do mundo dos negócios do Brasil e um dos fundadores da instituição, palestrou para uma plateia de 150 bolsistas e ex-bolsistas, os Líderes da Fundação Estudar. Confira cinco reflexões do empresário sobre carreira, negócios e suas metas de vida:
1) A minha convivência com o risco é maior do que a média, então eu acredito que as pessoas tomam pouco risco, deveriam tomar mais. Eu tenho essa tendência porque fui criado com muita liberdade, meu pai morreu cedo, minha irmã é mais velha e eu estava solto para me virar por conta própria. Isso me deu aptidão para tentar e arriscar mais coisas. Nunca fui um estudioso que analisasse demais as coisas e tenho notado que pessoas mais preparadas fazem milhões de análises e estudos e, fazendo isso, não se arriscam. É preciso lembrar que você não faz nada grande, se você não se arriscar.
2) Para mim, dinheiro é uma maneira de medir resultado, até certo ponto. Quem me conhece bem sabe que eu não sou gastador. O dinheiro é moeda para fazer mais negócios. É uma maneira prática de ver se você está ou não tendo sucesso. Eu tenho diversos projetos na área filantrópica que tenho muito prazer em fazer, mas sinto falta de não poder medir, como eu posso nos negócios, se está ou não tendo resultados. Dentro dos objetivos empresariais, é apenas uma forma de medição.
3) Se eu fosse começar um negócio hoje, seria no ramo da tecnologia. Sou fascinado por tecnologia, apesar de não me considerar preparado. Da mesma maneira que entrei no mercado financeiro porque vi oportunidade de inovar, hoje em dia vejo as novidades pelo Vale do Silício e ia tentar alguma coisa nessa área. No Brasil temos um atraso tecnológico e uma grande demanda. Acredito que eu buscaria um nicho para crescer, porque o Brasil tem muito espaço para crescer.
4) Se eu tivesse que ter uma meta, agora, seria que tudo isso que nós construímos juntos, Beto Sicupira, Marcel Telles e eu, tivesse longa durabilidade. E isso não é simples, porque é necessário um processo onde as melhores pessoas sejam escolhidas para trabalhar junto e que essas pessoas continuem escolhendo as melhores pessoas. No meio disso, temos as famílias que vão ter um papel nesse processo, conduzir nossos esforços filantrópicos.
5) O sonho grande é uma inspiração para todo mundo. Quem quer montar alguma coisa tem que trabalhar com e para outras pessoas. É compartilhado, para pessoas participarem junto com você. E é importante. As pessoas precisam encontrar isso, alguma coisa que gostem, que os motive e que o mundo entenda.
EL País | Empresas ajustam a rota depois dos ilícitos
"Volkswagen, Siemens, Alstom e Petrobras são algumas das companhias globais que aprendem com os erros do passado"
thinkstock
"O Brasil vive as dores do crescimento, no esforço de se tornar uma sociedade mais transparente. A maior independência do Ministério Público no Brasil permitiu o avanço de investigações que encontraram um sistema corporativo contaminado pela prática de corrupção. Por outro lado, uma legislação mais rígida desde 2013 tem aumentado o nível de exigência das companhias de capital aberto. Quanto maior o comprometimento, mais confiança dos investidores."
Leia mais aqui.
Boa leitura!
EL País | Um cinto de segurança para as empresas
"Cada vez mais companhias contratam profissionais especializados em identificar os riscos que pairam sobre sua atividade"
Fundação Aquae.
"Entrar no carro e
colocar o cinto de segurança antes de ligar o motor é um hábito tão
automático no Brasil que ninguém imagina o que é dirigir sem essa
proteção. Até 1994, porém, o uso não era obrigatório e o país ostentava
números recordes de acidentes de trânsito no mundo. Desde então, novas
políticas de prevenção para gerenciar os riscos de acidentes no trânsito
têm sido implementadas. Maior fiscalização para motoristas que ingerem
bebidas alcoólicas, redução de velocidade em vias urbanas e uso de
capacete obrigatório para motociclistas. Desta forma, o país logrou
reduzir as mortes dos motoristas.
Atenuar
fatores que possam provocar acidentes de percurso vale tanto para o
trânsito como para as empresas, que hoje já incluem a gestão de risco
como uma expertise necessária para atingir os resultados esperados."
Leia mais aqui.
Boa leitura!
Lições básicas para que as empresas não caiam em fraudes
EL País
"Estabelecer normas claras e investir em profissionais éticos são medidas decisivas para garantir boa conduta empresarial"
STAFF (REUTERS)
"Desde que a Lei Anticorrupção (12.846/13) foi regulamentada no ano passado, há uma corrida de empresas
em busca de implementar processos administrativos que ajudem a evitar
desvios de conduta empresarial. Casos de fraude, assédios, violações de direitos humanos ou danos ambientais também estão na mira de companhias, que apostam em um conjunto de medidas e ferramentas (chamadas de compliance)
para fazer com que seus negócios cumpram as leis. O EL PAÍS conversou
com analistas e empresas para saber quais estratégias têm ganhado
destaque na preferência das companhias."
Leia mais, aqui.
Boa leitura!
EL PAÍS | Empresas em busca de blindagem contra a corrupção
"Um bom programa de compliance, setor em franco crescimento no Brasil, tem que envolver a cúpula das companhias: o exemplo tem que vir de cima"
Débora Crivellaro

Executivos na City, em Londres. SHAUN CURRY (AFP)
A crise institucional que o Brasil atravessa tem potencial para
provocar uma revolução positiva no meio empresarial. As organizações
reagiram às investigações sobre corrupção com um mergulho interno
visando promover profundas mudanças na sua estrutura que possa
blindá-las dos problemas. Faz parte das medidas instalar controles
internos para evitar práticas fraudulentas e estimular denúncias
anticorrupção. É o que as companhias chamam de compliance, uma área em
franco crescimento no país. A palavra em inglês que se apoderou do
vocabulário dos executivos locais quer dizer agir de acordo com a norma,
mas também em conformidade com a ética e regras de transparência.
Alguns
setores estão mais preparados do que outros para o desafio. A área
financeira, por exemplo, já está mais madura na implantação dessas
equipes, até por exigência de seus próprios negócios. O banco Itaú, com 90 mil funcionários e controlado por diversas instituições, como a Comissão de Valores Mobiliários e o Banco Central,
sabe que precisa ter cuidado redobrado para não cometer deslizes. O
setor de compliance da empresa já está estruturado há cerca de uma
década e tem em seus quadros 180 pessoas. Lá, qualquer reunião tem uma
ata ao final. Criação ou modificação de produto depende de aprovação de
órgãos superiores. Há treinamento constante de funcionários, que assinam
termos de conduta, declarando ter conhecimento de todas as regras a que
estão submetidos. Lá, a principal regra, estampada em todas as paredes,
é: “Ética é inegociável”.
Há uma razão mais palpável, ainda: o prejuízo para o caixa das
empresas. Um estudo da americana FTI Consulting mostrou que 83% das
multinacionais instaladas em países emergentes sofreram perdas causadas
por subornos e fraudes. “Esses prejuízos levaram as organizações a
reestruturar e fortalecer suas áreas de compliance, porque isso afeta
diretamente seus recursos financeiros”, afirma Marcelo Coimbra, sócio do
Fleury, Coimbra & Rhomberg (FCR Law). A reação se faz ver em
cifras: de acordo com pesquisa da consultoria Deloitte, em 2013, 30% das
empresas pesquisadas no Brasil afirmaram ter um programa de compliance.
Esse percentual subiu para 65% no ano passado.
O efeito das investigações no Brasil se faz sentir até em companhias como a multinacional Kimberly Clark,
que há uma década já tinha uma forte de equipe de controle interno, mas
a incrementou justamente com as operações da Polícia Federal, há dois
anos. A equipe de compliance dá treinamento para os 4.000 funcionários
da empresa, incluindo o alto escalão, ensinando desde técnicas de
conduta numa eventual negociação até alertando como alguém pode vender
informações secretas de concorrentes. Desvios de condutas e ilegalidades
de todo tipo são discorridos, para evitar deslizes. Depois, as pessoas
passam por provas escritas.
Marina Coelho, professora de compliance no Insper,
diz que, para funcionar, os programas tem de necessariamente envolver a
diretoria das companhias. "A diretoria tem que estar engajada no
programa, o exemplo precisa vir de cima. Também é necessário criar um
bom canal de denúncia, onde as pessoas se sintam confiantes para falar
sobre o que está acontecendo na companhia”, explica Coelho. Segundo a
professora, o programa de compliance também só funciona se há algum tipo
de sanção em caso de desvio de conduta dos funcionários ou diretores.
Coelho ressalta ainda que, além de prevenir más condutas, os
mecanismos de controle interno agregam valor ao produto das empresas.
“As pessoas já não querem mais comprar produtos de empresas que praticam
crimes ambientais, usam trabalho escravo ou são corruptas. Os
consumidores no exterior já estão bem atentos a isso e esse movimento
tende a crescer no Brasil”.
Na Petrobras, a ação de Due Diligence de Integridade,
que integra o Programa Petrobras de Prevenção da Corrupção, requer de
empresas fornecedoras informações sobre relacionamento com agentes
públicos, e seu histórico de integridade, que vão compor uma nota de
Grau de Risco de Integridade (GRI), entre baixo, médio ou alto. Este é
um dos critérios que são considerados para garantir a participação de
potenciais fornecedores em licitações da Petrobras.
De acordo com o advogado Gustavo Lemos Fernandes, do escritório Emerenciano, Baggio e Associados,
uma empresa tem de ter frentes para evitar fraudes e fortalecer sua
cultura interna: os departamentos de gestão de risco, compliance e
crise. “Destes, os dois primeiros precisam caminhar muito perto e em
harmonia”, afirma Fernandes. Apesar do aumento do controle detectado nas
empresas, o volume de companhias que detém uma estrutura legal e um
envolvimento real do conselho administrativo é muito pequeno. “O Brasil
ainda está muito atrasado e engolindo quadrado essa nova legislação”,
afirma o advogado. Fernandes fala da Lei Anti-Corrupção, vigente desde
2014, utilizada para detectar quais eram as práticas ilegais dentro das
empresas. Uma cartilha da Controladoria Jurídica da União (CJU) prevê,
inclusive, que as companhias podem ter suas penalidades reduzidas se
adotarem práticas de compliance.
Fonte: EL País.
Cresce no país o interesse por sistemas [compliance] que evitam fraude e riscos
COMPLIANCE
DE SÃO PAULO
DE SÃO PAULO
O caminho parece sem volta. Tem sido cada vez maior o número de empresas
que investem em programas de compliance. Originário do inglês "to
comply with", o termo compliance entrou definitivamente para o
dicionário corporativo brasileiro há pouco mais de três anos e significa
estar em conformidade com regras e procedimentos legais. Um bom
programa de compliance melhora os níveis de governança, reduz riscos e
ajuda a evitar fraudes e desvios éticos. Sua base é um código de ética e
conduta a ser seguido por todos na empresa.
"O compliance tem sido fundamental para gerar transparência e combater
vários tipos de fraude, como corrupção, apropriação indevida e
demonstrações financeiras manipuladas", afirma Renato Santos,
coordenador do MBA de compliance da Trevisan Escola de Negócios.
A entrada em vigor da chamada Lei Anticorrupção impulsionou a procura
por compliance no país. A lei responsabiliza as empresas por atos
ilícitos praticados por funcionários e prevê multa de até 20% do
faturamento bruto anual. Mas o texto acena também com uma redução da
pena para a empresa infratora que colaborar com o poder público e
comprovar ter mecanismos para inibir fraudes.
"Apesar de o tema compliance ter ganhado força no Brasil com a Lei
Anticorrupção, ainda existe alguma resistência, porque esse tipo de
programa exige investimentos, mas isso está mudando rapidamente", afirma
Renan Marcondes Facchinatto, advogado, membro do Instituto Brasileiro
de Direito e Ética Empresarial.
Pesquisa da consultoria Deloitte com 103 empresas comprova essa mudança.
Em 2013, 30% afirmaram ter um programa estruturado de compliance. No
ano passado, esse percentual saltou para 65%. Isso não significa que
todas estejam no mais alto grau do compliance. Levantamento da
consultoria Protiviti com 642 empresas mostra que 48% ainda estão
expostas a riscos de desvios éticos e fraudes.
Segundo os especialistas, um projeto eficiente de compliance deve
envolver a alta administração, criar um código de ética e conduta,
prever comunicação e treinamento contínuos para que esse código se torne
um mantra corporativo, e ainda desenvolver mecanismos e controles para
detectar e evitar desvios, fraudes e atos ilícitos. É importante também
que estabeleça canais de denúncia e meios para atestar a idoneidade de
fornecedores e parceiros de negócios.
O interesse por compliance tem crescido especialmente nas empresas de
grande porte. Veja o caso da Petrobras. A companhia criou uma diretoria
de gestão, risco e conformidade e desenvolveu um programa corporativo de
integridade. O PPPC (Programa Petrobras de Prevenção da Corrupção) é
destinado a seus diversos públicos, de funcionários a clientes, de
fornecedores a investidores, e reúne as principais ações da empresa para
a promoção da ética e a prevenção e combate a fraudes e desvios de
conduta. O programa gerou ações como a implementação de um canal externo
de denúncia e a criação de processos para checar a integridade de
fornecedores.
Em fevereiro de 2016, os funcionários do Sistema Petrobras passaram a
ter acesso a um canal de ensino a distância focado em prevenção de
desvios éticos. Com seis módulos, o curso atua para reforçar
comportamentos e condutas. Em três meses, foram capacitados cerca de 50
mil funcionários na holding e 11 mil empregados de subsidiárias no
Brasil e no exterior.
Na empresa de tecnologia Totvs, o treinamento dos 14 mil funcionários
também é um dos pilares do programa de compliance. O código de conduta e
os preceitos do Programa de Integridade Totvs foram reunidos em um
curso online. Para os funcionários de áreas mais sensíveis, como as que
se relacionam com o poder público, o treinamento é presencial. "É
importante que as pessoas entendam que o compliance deve ser parte da
cultura da empresa", afirma Silvio Menezes, diretor de risco, controle e
compliance da Totvs. "Ética tem que ser algo natural para todos."
Fonte: Folha On Line | Leia mais, aqui.
Assinar:
Postagens (Atom)
Posts Mais Visitados
-
ATUALIDADE Terrorismo, Globalização e Tecnologia 02/09/2016 por Damásio Evangelista de Jesus A forma atual de terrorismo que a todo...
-
E m 11 de setembro de 2001, 15 anos atrás, aviões atingiram as Torres Gêmeas em NY, a sede do Pentágono (Departamento de Defesa dos EUA)...
-
Por Nicholas Merlone Publicado originalmente no Portal Administradores, clique aqui . Diálogos entre o Esporte e o Mundo Corporativ...
-
20 de setembro de 2016. Dicas de executivo. 1) Troque o tempo perdido com deslocamento por mais horas no seu dia; 2) Escolha do Ambien...
-
Caros(as) amigos(as), Olá! A seguir, as súmulas vinculantes compiladas pelo STF (Supremo Tribunal Federal). STF | Súmulas Vinculantes,...
-
Boletim AASP | O Direito Marítimo no Brasil N. 3012 - 10 a 16 de outubro de 2016 Entrevista com o advogado especialista Luiz Henriq...
-
Nesse post do nosso FICA A DICA, trago excelente oportunidade. Como bom rato de sebo, em minhas andanças pelos sebos do centro de ...
-
1) Deixe o contrato claro para as partes; 2) Deixe o contrato claro para terceiros; 3) Certifique-se de que entendeu o acordo; ...
-
20 de setembro de 2016. 1) Escolha as pessoas alinhadas aos valores do negócio; 2) Inspire a visão; 3) Esclareça papéis; 4) Aculture...
-
RESUMO DA NOTÍCIA Os Estados Unidos poderão enfrentar graves crises internacionais no futuro. Do confronto militar da Rússia e a OTAN ...
